Fantasia com bruxas e dragões: Helena Lopes lança ‘Ignis Lacrimosa’ na Bienal do Livro
- Da Redação
- há 8 horas
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Obra alcançou o topo dos mais vendidos da Amazon quando foi lançado de forma independente

A escritora roraimense Helena Lopes participa da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo com Ignis Lacrimosa, publicado pela Editora Rocco. O romance, que já alcançou o topo dos mais vendidos da Amazon quando foi lançado de forma independente, chega agora com edição revista e ampliada.
Durante o evento, a autora tem sessões de autógrafos na sexta-feira (4), às 15h; sábado (5), às 17h; e domingo (6), às 11h, no estande da Editora Rocco. Helena também integra bate-papos nos dias 4, às 11h, no estande da Amazon KDP, no mesmo dia, 19h, no "Escreva, Garota! - Areninha" e no dia 6, às 10h no estande da Estante Virtual.
Em Ignis Lacrimosa, a autora apresenta um mundo no qual o ódio entre bruxos e alquímicos envenenou rios e montanhas durante séculos. Isso muda quando necromantes surgem das profundezas trazendo uma maldição que afeta ambos os povos: por todo o continente, mulheres dão à luz monstros e o caos se instaura.
Desesperados por uma cura, os reis rivais fazem um acordo e os filhos deles devem se casar, unir os reinos, voltar os exércitos contra o adversário em comum e restabelecer a paz. É assim que Zália, a poderosa princesa bruxa, se vê prometida a Astero, o comandante alquímico conhecido como o assassino de bruxos. Ao longo da trama, enquanto a luta contra os necromantes se intensifica e antigos segredos vêm à tona, Zália terá que escolher entre entregar-se ao homem que deveria odiar ou queimar o mundo para vingar tudo o que perdeu.
Pequenos detalhes da vida
Helena conta que a ideia para a obra surgiu dentro de um trem para Londres enquanto ela observava a paisagem e se pegou admirando as árvores no meio do inverno e pensando na dualidade de quem ela era e onde tinha ido parar. A autora revela ainda que a inspiração para os poderes da Zália veio de uma situação que ela vivenciou na infância.
“Quando criança, eu não podia cortar meu cabelo. Algo que sempre quis fazer e fiz na primeira oportunidade. Durante longos anos da minha vida, vi essa proibição como uma forma de repressão. No livro, eu transformo os cabelos longos em poder e conexão. E é quando Zália tem cabelos curtos e está sem seu poder que ela precisa encontrar a si mesma a meio do que perdeu”, comenta.
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